
Pierre Verger, um exemplo de sabedoria compartilhada e de amor aos orixás. Um olho que via verdadeiramente, que enxergava com clareza a liberdade existente em nossa religião, demonstrando isso em cada click, em cada uma de suas atitudes, em seus textos e expressões, como a que segue: " gosto do candomblé porque é uma religião onde a pessoa pode ser o que é, e não o que a sociedade quer que ela seja. "
Uma vida dedicada a documentação da cultura Yorubá e ao compartilhamento de suas informações com o mundo, onde se inclui o candomblé brasileiro. Um eterno viajante, um diamante da cultura afro, uma trajetória de vida emocionante que dá gosto conhecer e falar.
Seus livros:
1954 - Dieux d’Afrique. Culte des Orishas et Vodouns à l’ancienne Côte des Esclaves en Afrique et à Bahia, la Baie de Tous les Saints au Brésil
1956 - Indiens pas morts
1957 - Notes sur le culte des Orisá et Vodun à Bahia, la Baie de tous les Saints, au Brésil et à l’ancienne Côte des Esclaves en Afrique
1968 - Flux et reflux de la traite des nègres entre le golfe de Bénin et Bahia de Todos os Santos du dix-septième au dix-neuvième siècle
1980 - Retratos da Bahia, 1946 a 1952
1981 - Orixás, Deus iorubas na África e no Novo Mundo
1982 - 50 anos de fotografia.
1993 - Pierre Verger, Le Messager. The Go-Between - Photographies 1932-1962
1995 - Ewé : o uso das plantas na sociedade iorubá
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